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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

DOIS CAMINHOS EM SENTIDOS OPOSTOS






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                                            RACIONALIDADE

O mundo da racionalidade este, onde a humanidade caminha e faz sua história, esse mundo chamado Planeta Terra, cheio de belezas, maravilhas, como cachoeiras, flores, pássaros, cores, que tem também o lado assustador, o lado trágico, os fenômenos causados pela natureza, como as tempestades, avalanches, vulcões, terremotos, maremotos etc.

Também, tem dores, sofrimentos, infelicidade, este é o lado triste, mas, para compensar tem o lado da alegria, o lado do prazer e da felicidade, então, ficamos apenas a questionar, o porquê da vida, o que faz sentido a vida, não nos empenhamos numa busca que daria o entendimento de toda obra, preferimos a nossa comodidade, preferimos apenas acreditar nas coisas fáceis, e assim, ignorando a grande capacidade do pensamento.

Tudo deve ser estudado, e, para tudo se encontra respostas, porque este é o mundo real, este é um mundo provável, assim como o superpoder da inteligência é uma grande verdade. 

Jamais a humanidade poderia ignorar o mundo onde nele a humanidade tem tudo para ser feliz, e no entanto o homem não encontrou o caminho rumo a plenitude humana. 

A racionalidade é a única coisa que poderia conduzir a humanidade ao lugar para o qual justificaria a sua existência. Este é o mundo verdade, este é o único mundo onde a espécie humana poderia se salvar.

No entanto, por uma questão de falta de entendimento, este não foi o mundo escolhido pela humanidade.

Mas, este paraíso chamado planeta terra que deu a espécie humana o homem o encontrou pronto, na verdade era para ser o lar da humanidade, é isso que, o homem jamais quis entender.

O que era para ser o lar da humanidade, passou a ser um monstruoso mundo de barbáries, sendo que faltou também, o entendimento de que a inteligência é a ferramenta de infinita capacidade, cujo motivo, aprimorar o Planeta e evoluir em busca da felicidade plena, para isso, era necessário apenas a dedicação no uso da racionalidade.

Infelizmente, o que nos leva a razão de existência da espécie humana nunca foi levado a sério e o resultado é o que temos hoje, dores, sofrimentos de milhões de mães pelo mundo afora chorando lágrimas de sangue, perdendo seus filhos, na estupidez das guerras, na violência das drogas, e na realidade trágica da fome em muitas nações do mundo.

Dentro desse paraíso, está presente a força capaz de tudo, a inteligência é capaz de tudo, só que homem preferiu construir o seu mundo, um mundo sinistro, ilusório, estranho e invisível.

O homem continua tão ignorante, que não descobriu que o Planeta Terra  poderia ser o seu paraíso.

O CAMINHO DA IGNORÂNCIA: Começa pela facilidade, facilidade de acreditar sem questionar, acreditar no impossível, acreditar no improvável. 

O CAMINHO DA SABEDORIA: Tem se, o trabalho de pensar, tem o trabalho  de buscar a verdade, tem se, o trabalho de ir em busca do conhecimento.



domingo, 23 de fevereiro de 2020

HUMANISMO LOGOSÓFICO, A IMPORTÂNCIA DO AUTO CONHECIMENTO



 Preparação da mente: indispensável para transformar a vida

Sendo a mente o principal dispositivo da psicologia humana, só nela é possível firmar a esperança lógica de poder experimentar uma mudança favorável e positiva na condução da vida para um futuro melhor, já que isso implicaria tomar contato com o conhecimento que dá ao homem o domínio dos elementos ou das forças que operam no cenário da existência humana. Esse domínio deve ser alcançado mediante contínuos esforços para não frustrar as ânsias do espírito, que busca o caminho de sua liberação pelo conhecimento. 

É a liberação de todas aquelas limitações que oprimem o homem e o inabilitam para possibilidades maiores no transcurso de sua caminhada pela evolução consciente; liberação da ignorância que adormece sua inteligência e das sombras que obscurecem sua razão, impedindo que o entendimento possa desfrutar a sublime felicidade que implica a posse de tão precioso poder.

Preparar a mente deve ser o alvo, o objetivo básico, e para isso terão de tender todos os empenhos da criatura humana, se quiser transformar sua vida limitada e exposta às contingências de uma luta extenuante, e predispor seu espírito a uma nova forma de vida que substitua seu destino incerto por um futuro pleno de ventura. Mas isso não se consegue pelo simples fato de ler um livro, ou dois, ou muitos, nem se aprofundando em teorias, ou seguindo métodos que não passam de belas palavras.

A Logosofia mostra que, para evitar desvios e perda de tempo,
é preciso partir de um princípio inquestionável

Este princípio, que tem de ser sem dúvida alguma o que encaminhe os primeiros passos, está determinado pela lei que rege todos os processos. Isso quer dizer que, se buscamos uma solução X, não devemos obter por resultado uma solução Y. É a incapacidade, pela ausência de conhecimento, que faz os homens se perderem no labirinto de seus próprios pensamentos e ideias.

Caso se queira edificar uma existência fértil em produções de elevado benefício, e que todas as ações estruturem um destino melhor e coloquem o homem num lugar privilegiado no conceito do mundo, deve-se começar, como indica a 
Logosofia, por efetuar um reconhecimento no mundo interno individual, a fim de estabelecer quais são os valores permanentes e com que capacidade de conhecimento se pode fazer uso deles.

Se alguém pretende alcançar com êxito os fins do ideal concebido, será necessário munir-se daqueles elementos que propiciem a aquisição de novos valores e permitam dirigir a evolução para um campo de maiores possibilidades. Tais elementos viriam a ser a escolha do ambiente, dos semelhantes e de todas aquelas coisas que representem, para o cumprimento dos objetivos e aspirações, os verdadeiros meios de expressão com os quais se deve conviver e até identificar a própria vida.

A Logosofia, ao oferecer os elementos básicos para a realização feliz de cada processo individual, permite que todos não apenas encontrem os meios adequados de que necessitem, mas também obtenham o estímulo necessário para tornar mais grata a tarefa que cada um se impôs.

Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, p. 15